Espeto

Novas lideranças

Muito tenho ouvido nas ruas e bastidores, sobre o futuro da política em São Bento do Sul. Os maiores partidos da cidade, que sempre tinham grandes lideranças, como o PP e o MDB, parece que precisam se reinventar. E isso leva pelo menos uns 8 anos.

Novas lideranças II

O PSDB chegou ao poder com Tomazini e Tirso, como prefeito e vice, elegendo dois vereadores, e suas lideranças estão sendo testadas nesses quatro anos de mandato. O resultado das urnas dirão em 2024.

Novas lideranças III

O PSD elegeu dois vereadores, mas faz parte do governo de Tomazini. E se o PSDB for bem todos ganham, mas se a coisa desandar o resultado terá o mesmo fim, que será decretado também pelas urnas.

Novas lideranças IV

O DEM elegeu dois vereadores, mas até agora se esperava que ficassem na oposição forte ao PSDB de Tomazini. Mas também estão rondando o poder municipal.

Novas lideranças V

O PT poderá ser o partido que terá tudo para mostrar novas lideranças, já que a polarização entre Bolsonaro e Lula, será inevitável. No caso do Bolsonaro, ainda nem partido tem. E mesmo que Bolsonaro escolha um partido logo, muitos ainda irão esperar um pouco para ver se o barco aguenta as correntezas.

Novas lideranças VI

Tanto o MDB, PP e o PT, precisam urgentemente descobrir quem vai substituir nomes como Lírio Volpi, Luiz SIeves, Adriana Ruzanowsky, Fernando Mallon, Fernando Tureck do MDB e Frank e Magno Bollmann do PP, e ainda Tadeu do Nascimento e Luiz Carlos Pedrozo do PT. No caso do PP, a última e forte liderança tem procurado sobreviver, que se trata de uma das maiores lideranças do partido, Silvio Dreveck, que também vai passar pelas urnas em 2021.

Novas lideranças VII

E por fora estão por aí novos partidos, entre eles o Podemos, Cidadania e o Novo, que também lutam para lançar candidatos com potencial de se tornarem grandes lideranças. É esperar para conferir!

CPI da Covid-19

“Um grande teatro, um deboche. O trabalho da Comissão já começou de forma equivocada. O palanque político infelizmente está armado, mas não vou admitir isso”, afirmou esta semana o senador catarinense, Jorginho Mello – PL.

CPI da Covid-19 II

Jorginho Mello, que é também o único parlamentar do sul do país a integrar a CPI, afirmou que atuará para assegurar principalmente dois pontos: a realização de um trabalho isento, sem caça às bruxas ou palanque político, e a descoberta do destino dos recursos encaminhados pelo governo federal aos estados e municípios, que somam mais de R$ 420 bilhões.

CPI da Covid-19 III

“Eu quero me dedicar muito para perseguir o rastro do dinheiro. Eu quero saber onde foram gastos os recursos que o governo federal enviou aos estados e municípios. Quero saber o que compraram, quais providências tomaram para salvar vidas. Porque não é possível gastar esta fortuna e deixar a população desprovida de leitos de UTI, de hospital, medicamentos e tudo isto que estamos vendo. A população está sofrendo. E não cabe politizar esse sofrimento para obter dividendos eleitorais. Não vou admitir isso” afirmou Jorginho.

CPI da Covid-19 IV

 A próxima reunião de trabalho da CPI da Pandemia está marcada para acontecer na próxima quinta-feira (29), um dos primeiros a serem ouvidos deverá ser o ex-ministro da saúde, Luís Henrique Mandetta.

 CPI da Covid-19 V

Muitos municípios terão muito o que explicar sobre os recursos recebidos para o enfrentamento ao combate à pandemia. Cabeças vão rolar!