São Bento do Sul, 21 de outubro de 2019

10/10/2019 09:33

Espeto

Fora da Amunesc

O prefeito Magno Bollmann – PP, disse que está trabalhando para o município sair da Amunesc, alegando que tem recebido pouco do que o município paga a entidade. Engraçado, pois já anos que alguns vereadores defendem essa saída, e o prefeito nem aí. Sem falar que terá que combinar com os prefeitos Rubens Blaszkowski de Campo Alegre e de Rio Negrinho, Julio Ronconi, e também com os russos.

Bastidores

Notícias da rádio corredor, dão conta que o vice-prefeito Márcio Dreveck, que está em liberdade provisória, teria circulado tranquilamente pela prefeitura e outros órgãos. Pode isso Arnaldo?!

Mariani fora

Correm notícias em todo o estado, de o ex-deputado federal e ex-candidato a governador Mauro Mariani, estuda a possibilidade de sair do MDB, migrando para outra sigla, talvez depois de uma fusão do PSD e DEM. Outros apostam que poderá ir para o PSDB do governador de São Paulo, João Doria. Mas por enquanto é tudo especulação, nada oficial.

Candidato

O vereador Edimar Salomon reafirmou ontem que vai trabalhar para ser candidato na majoritária, como candidato a prefeito ou a vice. Edi como sempre tem falado que o PP, partido que ajudou a crescer, mas nunca lhe deu chance nenhuma. O vereador espera apenas a abertura da janela para mudar de partido.

PSL

O PSL está passando por uma turbulência, pois se o presidente Bolsonaro realmente sair do partido, as intenções de usar a figura no presidente em 2020, fica prejudicado. Ou seja, ficará esvaziado. Por isso ainda nada definido para as eleições do ano que vem.

PSL II

Este ano, o governador Carlos Moisés perdeu seguidores, como na Alesc, onde três deputados da sigla se distanciaram do governador. Em outros partidos também há incógnita. A principal novidade é do MDB que renovou seu comando em SC e trocou de presidente no plano nacional. Pelo jeito vem por aí, muitas mudanças e trocas de partidos.

OAB X MP

A OAB deve entrar nesta quarta (9) no STF (Supremo Tribunal Federal) com uma ação direta de inconstitucionalidade para limitar o poder de promotores de moverem ação de improbidade administrativa contra governadores e em especial contra prefeitos. O embate entre administradores e o Ministério Público é antigo: os primeiros acusam os promotores de paralisarem as administrações com uma chuva de ações que suspendem obras e a execução do orçamento —na prática, governando no lugar de quem foi eleito pelo voto popular. A OAB defenderá que “a ideia de improbidade não se coaduna com o simples equívoco”. Seria preciso que se configure culpa grave, ou dolo, para que o administrador seja processado.

Imagens relacionadas

Espeto
  • Imprimir
  • Entrar em contato
  • Link:
Todos os direitos reservados Cezar Miranda